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É QUE MEU VIOLÃO TEM UM GOSTO BOM, na voz de Andréa Nunes

Entre acordes, teus dedos acaricia as minhas cordas numa melodia, toca a nossa canção. Eu feito violão, que é pra eu despertar – o som, o meu cantar, a voz da minha alma quer falar. Ninguém, absolutamente ninguém que tentamos escutar é completamente entendido. É um engodo pensar que a complexidade da alma seja necessariamente musicalizada apenas com os sons que temos conhecimento. Mas o fato de não conseguir escutar todos as nuances sonoras da alma é o que a faz ainda mais interessante.

Ao som da voz de Andréa Nunes escutamos a melodia do poema “É que meu Violão tem um Gosto Bom”. Envolvida por uma sensualidade poética e paradoxal liberdade erótica, não há como não sentir parte desta canção de alma.

Porque todo violão precisa dos braços de um músico. Dedos nas cordas pra tocar a canção profunda dessa fusão. Eu, violão. Você, meu músico. Nossa alma tem som e arde! Vem, me toca, quero sentir a nossa música preferida!