Sentimentos Cotidianos

Há amor em tudo que eu escrevo

Todos os dias quando eu acordo e abro os olhos. Eu vejo o Amor! Só não o tenho no intervalo de um piscada a outra. E por mania, pisco os olhos três vezes rapidamente, forçando a curvatura da sobrancelha que acompanha a linha do meu nariz. Eu respiro o Amor! Só quando me falta o ar, arregalo os olhos pra enxergar já que não posso mais respirar. Não é sempre. Mas, às vezes, acontece de faltar o ar no instante de um piscar de olhos. Toco o Amor com a boca ao beijar. Delicadamente. Ardentemente. Lentamente. Beijo sugando tudo que há por dentro. Ali padeço alumbrada, apertando-o em meus braços.

Laila e a Flor - Há amor em tudo que vejo.

Então, escrevo subitamente implorando para o despertar das emoções. Que o amor retorne piscando sem ar, no silêncio, preenchendo o vazio do imenso abismo da indiferença. Que o amor, ao retornar, devolva tudo o que lá estava antes. Antes de desistir, leia. Há amor em tudo que eu escrevo, sobretudo. Eu sinto um sentimento tão puro, no qual dou o nome de…

* Pra ficar ainda melhor escute a canção: “The Power of Love”.